1.12.15

Do Fim-de-Semana...








Arranjaram-me bilhetes e fomos os 4 ao circo.
Foi a estreia dos meus pequeninos e o A. portou-se muito bem. Apesar de ser a sessão da noite, estiveram quietos, atentos e sem birras.

Ainda sem ter comprado um único presente de Natal, consegui fazer pelo menos a lista de prendas a comprar.
No meio de desarrumações e arrumações, descobri umas etiquetas giras que tenho por cá e as quais eu já nem me lembrava da sua existência. Vou usá-las neste Natal.

E neste fim-de-semana, consegui fazer algo que já não fazia há muito tempo. Fiz a sesta, num domingo à tarde e soube-me pela vida.  


27.11.15

Das Pessoas Bonitas



A blogosfera já me trouxe amigas para a minha vida real com quem continuo a manter contacto. Já me trouxe pessoas bonitas, ainda que eu não as conheça pessoalmente, estamos sempre à distância de um mail com um Olá ou algo mais profundo.

Cheguei a casa e tinha um pacote em cima da mesa, recebido pelo meu pai.
Abri-o e fiquei sem palavras. Emocionada. Surpreendida e feliz. 

Há pessoas verdadeiramente bonitas. Faltam-me talvez as palavras certas, para te agradecer. 
Este meu coração tonto, só consegue dizer que adorou. Adorei verdadeiramente e agradeço-te muito, muito por este teu gesto. Obrigada, obrigada minha querida. És Especial!


" Espero que à semelhança da Catarina, também tu encontres o teu príncipe encantado, mesmo que isso implique passar por alguns sapos, mas que esses não te tirem a esperança do coração.
Antes te dêem alento, para a verdadeira história ( real ) de amor que tu mereces. " 

Mesmo naqueles dias em que o coração dói. Mesmo naqueles dias em que falta um abraço e alguém especial para partilhar uma manta, um sofá e um filme ou mesmo naqueles dias em que não sinto nada, em todos eles continuo a acreditar em histórias de Amor.
Histórias de Amor felizes. Daquelas que permanecem no tempo.


24.11.15

Do Fim-de-Semana...








Sábado e Domingo, com chuva e frio. 
Vesti pela primeira vez neste Outono, uma camisola de lã. Fizemos queques de canela e erva doce para o nosso lanche, perfeitos para acompanhar com uma bebida quente. O filho mais velho não gostou, os pequeninos comeram gulosamente mais que um. Mais que dois. 
Li mais um bocado do livro que me tem preenchido alguns dos meus momentos e não consigo ler muitas páginas de uma só vez.
É um livro intenso, que mexe muito com as nossas emoções. É inevitável que não me caiam lágrimas. 
É um livro que fala sobre a morte de pais que perderam os filhos. É um livro que nos faz pensar em muita coisa boa e má, mas sobretudo que a nossa vida e a dos que amamos é uma dádiva e só temos de a valorizar.
E sempre que possível, junto deles.

21.11.15

Pai Natal, tenho-me portado bem # 1


Não sou pequenina, mas também gosto de dizer ao Pai Natal que há coisas giras que gosto muito. Cof, cof...Risos.


Adoro tudo da Girly Things, mas as agendas personalizadas são LINDAS!




Os pijamas da Oysho, são sempre foooofffffooos e giros!
Pai Natal, tamanho L, sim?







E este da Woman Secret - Simplesmente Adoro!

" I don´t believe in Humans " 







Tenho muita curiosidade e interesse por este livro da Catarina.





Este casaco da Maria é LINDO, em tom caramelo seria P-E-R-F-E-I-T-O.




Adoro estes posters do Ikea e os portas velas. Tenho a certeza que ficariam muito bem no meu quarto do futuro, que eu sei que terá paredes brancas, cortinas brancas e muito branco à volta.





20.11.15

Constatações # 3


Há medida que vivo e conheço pessoas, vejo que grande parte delas diz que quer muito uma coisa, mas na verdade esse querer e desejo de ter determinada coisa, não coincide com o que está gravado no seu ADN, nem escrito nas entrelinhas da sua essência.

Há quem queira muito uma família, um/a parceiro/a para a vida, quando no fundo no seu interior, são pessoas verdadeiramente individualistas, que não querem dar satisfações, que não fazem esforços, nem tão somente se dedicam a manter ou construir laços.  

Há quem diga que quer muito um filho, mas depois isso acontece, sentem que custa demasiado, que perderam a liberdade entre outras coisas e com isso chegam sentimentos de frustração e de culpa.

Há quem diga que quer muito um casamento, mas depois de acontecer, percebe o quanto difícil é manter um casamento saudável, sem ser um casamento de fachada, por conveniência, pelos filhos ou por outra coisa qualquer.
Em contrapartida, estas pessoas podem não ter qualquer inclinação para o casamento, mas são uns excelentes pais ou mães.

Talvez seja confuso, mas comparo àquelas pessoas que seguem uma profissão porque é conveniente e não porque gostam ou mesmo alguém em que a orientação sexual seja alguém do mesmo sexo e que por questões de sociedade vão contra isso. 

Existe depois aquela maioria de pessoas que procura adaptar-se vivendo acomodada com o que tem, mas mesmo nessa maioria, muitos casos resultam em falhanços.
O importante seria mesmo, as pessoas conhecerem-se de trás para a frente. Procurarem sentir verdadeiramente se tudo aquilo que dizem querer, coincide com o que lhes está cravado nas entranhas.
Isso evitaria certamente o conflito, as frustrações e a mágoa para connosco e os outros. 


18.11.15

Despertar




Ir à janela e levantar os estores é das primeiras coisas que faço, quando acordo.
Ontem era este nevoeiro que contemplava o meu horizonte. As torres dos prédios pareciam castelos a flutuar. Gosto do nevoeiro.

Ontem o dia esteve frio. Tive frio. Os meus pés estiveram gelados o dia todo. Mas dentro de tudo aquilo que está gelado em mim, surgiu uma notícia boa. Uma boa notícia inesperada. 

E com ela, vem a certeza cada vez mais certa que a vida vai ditando o nosso caminho. E este acreditar, torna a minha fé ainda maior. Nos meus dias mais circunspectos, pergunto-me se tenho dado à vida, aquilo que eu acho que mereço receber dela. Não sei a resposta.   

Mas acredito na lei do retorno. Acredito que o esforço e o cultivar o bem nos tragam frutos. Muitas vezes temos é de saber esperar o tempo exacto. Nós recebemos, aquilo que damos.  

16.11.15

Do Fim-de-Semana...
















Agora com um carregador novo da bateria da máquina fotográfica, desforro-me. Já tinha saudades de tirar fotografias com a minha adorada máquina.

Dedico-me aos meus filhos. Dedico-me a mim. Procuro focar-me no que realmente é importante. Procuro despender a minha energia positiva naquilo que os faz felizes, no que gosto de fazer e no que me faz sentir bem.

Eles correram, brincaram, desarrumaram. Tomaram banho de espuma que adoram e que só fazemos de vez enquando. Andaram de baloiço, deram pão aos patos. Apanhámos sol, fizemos panquecas e pizza. 

Eu, comecei a ler o livro que tem estado na estante à minha espera. Os Anjos não comem chocolates.