22.1.15
14.1.15
12.1.15
Ano Novo
À meia-noite, um brinde à felicidade.
2014, foi um ano difícil. 2015, terá de ser um ano de resoluções.
Não posso dizer que a tempestade passou ou que os dias passaram a ser amenos e tranquilos como desejo. Não posso dizer que o Caos não está instalado. O Caos existe e mesmo quando a vida parece não andar para a frente, procuro acreditar que há sempre qualquer coisa de belo escondido, à minha espera.
E no meio do Caos, há o coração. Este lugar do inesperado que nos surpreende quando nem sequer pensamos nele, quando achamos que uma boa parte dele morreu connosco.
Há o coração que nos mostra que é capaz de voltar a sentir coisas boas que nos fazem bem. E no meio de tudo o que não deu certo, acontecem momentos especiais que provavelmente não aconteceriam se tivesse sido de outra forma.
E por tudo isto e pelo presente, o lema é mesmo um dia de cada vez. Um dia de cada vez, saboreando o bom que a vida me traz.
Feliz Ano Novo para quem ainda visita este abandonado Jardim de Chuva.
27.12.14
O 1º Natal de muitos
Tenho uma amiga divorciada - mãe, que me diz que o primeiro Natal sem eles, é o que custa mais.
Passámos a consoada os quatro. Eu e eles. Este ano não fiz doces, nem passei horas na cozinha. Não fiz aquelas compras de Natal para ter na mesa. A minha vizinha trouxe um bolo rei, que só hoje foi aberto. O jantar foram hamburguers grelhados que os miúdos comeram com satisfação.
Os meus rapazes foram para a cama mais tarde. Brincaram com os brinquedos novos e quando o sono chegou, caíram na cama e adormeceram. Mas antes disso, fizemos o habitual. Deixámos os sapatos em cima do fogão, um copo de leite e bolachas para o pai Natal. A diferença é que este ano não foram cinco sapatos, mas quatro sapatos.
A manhã tão esperada pelos miúdos chegou. Abriram os presentes. E depois disso, o pai chegou para os levar.
Beijei-os, fechei a porta e fiquei sentada no sofá. Olhava para o chão de brinquedos e papel rasgado. E não aguentei. Armei-me em chorona.
Passei o dia de Natal sem eles e sozinha. Tinha pensado em dormir a tarde toda, mas não consegui. Tomei um banho demorado e descansei o corpo. Enquanto descarregava o cartão de fotografias, olhava para o A. radiante e feliz com um simples balão preso no seu braço pequenino.
Por momentos pensei, que seria muito bom se nós adultos ficássemos igualmente fascinados e felizes com um simples balão. Talvez tudo fosse menos complicado e mais colorido.
Beijei-os, fechei a porta e fiquei sentada no sofá. Olhava para o chão de brinquedos e papel rasgado. E não aguentei. Armei-me em chorona.
Passei o dia de Natal sem eles e sozinha. Tinha pensado em dormir a tarde toda, mas não consegui. Tomei um banho demorado e descansei o corpo. Enquanto descarregava o cartão de fotografias, olhava para o A. radiante e feliz com um simples balão preso no seu braço pequenino.
Por momentos pensei, que seria muito bom se nós adultos ficássemos igualmente fascinados e felizes com um simples balão. Talvez tudo fosse menos complicado e mais colorido.
27.11.14
Prenúncios
Num dos meus raros sonhos noturnos, vejo-me com uma aliança no dedo. Uma aliança prateada com um sol gigante gravado. Um sonho é sempre um emaranhado de toda a nossa vida, mas enquanto tomava banho pela manhã, não pude deixar de me lembrar deste simbolo tão presente nestas imagens.
Quem sabe este não possa ser um prenúncio de felicidade futura. Na verdade, continuo a ser uma romântica e continuo a acreditar em amores felizes.
[Imagem tirada da net]
26.11.14
I´m in Love # 3
Adoro a coleção da Oysho deste Outono - Inverno. Se o dinheiro não fosse um problema, perdia-me nestes pijamas quentinhos. Até a lingerie deles é gira, gira. Ora jovial, ora atrevida. Enfim...uma perdição. Só não tenho como me perder, e provavelmente ainda bem que assim o é.
9.11.14
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